Sem apego, sem dor.
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“Vontade de te esmurrar, te dizer que você é um idiota, um babaca, um cretino, um fraco, nunca passou disso. Nunca uma piada sua foi engraçada, nunca você me surpreendeu. Nunca. Mas eu não consigo deixar de pensar em você, a cada dia, a cada ato meu.”

Tati Bernardi.  (via procenio)

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“O realismo é um oceano repleto de belas rosas. Uns veem pétalas perfumadas rodeando as margens do limbo, outros, sentem os espinhos sádicos que se debatem dentre as ondas traiçoeiras. E há quem diga que o perfume das rosas compensam os rasgos que os espinhos deixam em nossa história ao se mergulhar nestas tantas incertezas que os horizontes trazem à praia.”

Annd Yawk.    (via oxigenio-dapalavra)

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“Todo ano, sempre que ligava no meu aniversário, meu avô me perguntava o que eu queria ser, quando crescesse. Em 1988 eu respondi “batman”; em 1991, “bombeiro”; em 1995, “ponta-esquerda do Grêmio”; em 1997, “astro de rock”; em 1999, falei “drag-queen” (em minha defesa, estava passando por um momento meio confuso, que já passou); e, em meados de 2000, eu desisti de todo aquele papo e respondi que só queria ser livre. Ele resmungou no telefone que era bobagem, isso de ser livre. Ninguém é livre.”

Gabito Nunes. (via opostos)

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“Virei pedra e entendi porque a solidão é a experiência mais universal de todas. A solidão é muito sacana. Num dia, ela te deixa eufórico, pensando nessa liberdade possível de não dever satisfação a ninguém e nessa possibilidade infinita de realizar todas as tuas vontades. Mas, no outro dia, a solidão te dá uma rasteira daquelas bem dadas. E te faz cair na real. Tu estás só feito um cão de rua, meu filho. Ninguém te ama, ninguém te quer, ninguém te conhece, ninguém tem acesso à tua alma. Tuas neuras são só tuas, e parece que nada nem ninguém preenche esse vazio.”

Caio Fernando Abreu. (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

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“Quando você chega à emergência de um hospital, uma das primeiras coisas que eles pedem é que você dê uma nota para a sua dor numa escala de um a dez. Me lembro de uma vez, logo no inicio, em que eu não estava conseguindo respirar e parecia que meu peito estava pegando fogo, as chamas lambendo meu tórax por dentro, tentando encontrar um jeito de sair e queimar o lado de fora, e meus pais me levaram para a emergência. Uma enfermeira perguntou sobre a dor e eu não conseguia nem falar, então mostrei nove dedos. Depois, quando já tinham me dado alguma coisa, a enfermeira voltou e ficou meio que acariciando minha mão enquanto media minha pressão arterial, então disse: Sabe como sei que você é guerreira? Você chamou um dez de nove.”

A culpa é das estrelas.     (via o-teimoso)

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Quando eu derrubo sem querer uma coisa no supermercado:

maravilhanaervilha:

( ) Eu junto, claro..

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(x)

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Eu sou a única pessoa que tem um tumblr e NÃO tem cabelo colorido?


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